Dia dos Namorados
“Este é o dia em que o SENHOR agiu; alegremo-nos e exultemos neste dia.” – Salmo 118.24
Independente do fato de você ter ou não ter namorado ou namorada, ser ou não se casado ou casada, ser ou não ser divorciado ou divorciada, ser ou não ser recasado, viver ou não viver em união estável, ou em concubinato, ser ou não ser noivo ou noiva, ser ou não ser solteiro ou solteira por convicção; não se deixe iludir pela pressão midiática e comercial em torno do Dia dos Namorados. Todos os dias são dias especiais, seja para os solteiros, para os pretendentes, para os namorados e para os casados e até para quem está só, pois é Deus quem faz todos os dias de nossas vidas, e o faz para que sejamos abençoados, bem-sucedidos e felizes.
Confie em Deus e entregue para ele não apenas este dia, o Dia dos Namorados, mas todos os dias de sua vida.
Tenha uma abençoada semana.
Ah! Para aqueles que têm para quem comprar um presente:
Feliz Dia dos Namorados!
Pr. Fernando Fernandes
|
terça-feira, 12 de junho de 2012
Dia dos Namorados
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Escola Luiza Nory
A escola conta com aproximadamente 1200 alunos que estudam
nos três períodos. Tem uma equipe
participativa, inovadora e democrática. Com espaço aberto para você conhecer um pouco mais sobre
a nossa escola e dar a sua opinião a respeito dos assuntos disponíveis nesta
página. Com o Projeto de Compostagem escolar de resíduos orgânicos de sua cozinha visa melhorar a percepção
ambiental dos participantes ao mesmo tempo em que propõe um diálogo sobre as
questões ambientais, construção conjunta de conhecimento e práticas que tornem
possível nossa existência enquanto espécie humana. A prática de compostagem com
atividades relacionadas acontece dentro do contexto amplo da Educação Ambiental
.
domingo, 10 de junho de 2012
sábado, 9 de junho de 2012
Compostagem na Escola
A compostagem é o processo de reciclagem da facção
fermentável (matéria orgânica) dos resíduos sólidos urbanos . A compostagem é
uma forma de eliminar metade do problema dos resíduos, dando um destino útil
aos resíduos orgânicos, evitando a sua acumulação em aterro e melhora a
estrutura do solo, devolvendo à terra os nutrientes de que necessita, recuperando
a terra de a retenção de água,
permitindo o controlo da erosão e evitando o uso de fertilizantes quimicos.
Este processo permite tratar os resíduos orgânicos domésticos (restos de comida
e resíduos de jardim.
A escola Municipal "E.E.Profª Luiza Maria Bernardes Nory" juntamente com a ajuda de seus profissionais, alunos, Escola da Família e de seu voluntario Edson Silva vem desenvolvendo um projeto de compostagem escolar para que os alunos e a comunidade tenham maior responsabilidade com o lixo orgânico ao separá-lo devolvendo a terra em forma de um forte composto orgânico. O projeto visa como produto final usar o composto orgânico nas hortas da escola no que estamos chamando de canto ecológico pedagógico
“Mais que tratar o
"lixo", abordamos outros eventos importantes, como a recuperação de
uma área degradada. A utilização do composto produzido em atividade de
jardinagem, de horticultura, agregado ao trato de um pedaço solo, nos abre
possibilidades infinitas para a abordagem e interpretação de processos
ocorridos na natureza. Como costumo dizer, os solos urbanos foram férteis
quando do início da urbanização, sendo inutilizado pelas vontades e vaidades
humanas. A possibilidade de recuperação deste solo, seja em terrenos baldios,
residências ou nos nas áreas que compõem as escolas, é uma alternativa que
permite demonstrar o surgimento de pequenas mudanças no decorrer das atividades.”
Edson Silva http://transformaaterra.blogspot.com.br/
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Tinta de terra
Da certo sim........................
Conscientização para uma nova conduta da humanidade, reconhecendo que o espaço é temporal e coletivo e, essa coletividade é que faz com que tudo seja possível, que tudo possa existir. Indivíduos deixam pegadas com suas passagens em qualquer espaço em qualquer tempo, indivíduos surgem do milagre da construção da vida, são únicos e ao mesmo tempo, um todo. Únicos no sentido de que só o indivíduo consciente pode modificar a profundidade da sua pegada, só o indivíduo consciente é capaz de humanizar o espaço que ocupa, de fazer acontecer a vida em sua plenitude. Ao mesmo tempo, é parte de um todo, que influencia e que reflete a imagem das influencias que recebe. É parte de um conjunto natural, social e cultural, com ações programadas para fazer com que sua existência seja interligada às demais, em uma cadeia de ações que mantém a Terra viva. Como sociedade, somos uma população capaz de promover a continuidade do processo de evolução, e a única capaz de limitar e até eliminar a própria existência. Aprendemos a dominar, como diversos outros seres da natureza, mas perdemos a capacidade de medir a nossa dominação, sobre o meio, sobre as demais formas de vida e até, sobre seu próprio semelhante. A necessidade de estar incluso em um sistema cada vez mais excludente, faz com que a lógica da coletividade seja particionada em busca de espaços, de vantagens, de reconhecimento.
http://transformaaterra.blogspot.com.br/
Para a fabricação da tinta com solos você precisa ter em mãos:
• terra, água e cola;
• enxada, pá ou cavadeira, sacos ou latas para coletar a terra;
• uma lata de dezoito litros;
• um galão (3,6 litros) para medir a terra e um balde para diluir a cola;
• uma balança, se acaso desejar as medidas em peso;
• recipientes com medida em litros para dosar a quantidade de água;
• colher de madeira (ou uma furadeira com uma ponteira misturadora) para dissolver a terra
• rolo de lã ou de espuma ou brocha e pincéis para retocar;
• peneira
Dicas de preparo da terra para fazer a tinta:
• escolher terra de várias cores de sua região; preparar pequenas quantidades de tinta e pintar um pedacinho da parede para escolher a cor que te agrada; misturar as tintas para obter diferentes tons;
• coletar a quantidade necessária para a pintura e para fazer retoques futuros;
• tanto as terras argilosas quanto as arenosas podem ser usadas para fabricação de tintas;
• para o preparo da tinta, a terra tem que estar livre de sujeiras (pedras, pedaços de madeira, etc);
• a terra pode ser coletada tanto seca quanto úmida;
• para guardar a terra por muito tempo é melhor secá-la para evitar o mofo;
• terras muito arenosas destorroe e peneire a terra a ser usada;
• se você escolher um solo arenoso e quiser produzir uma tinta fina, é preciso peneirar a terra com uma das seguintes maneiras: 1- secar a terra, destorroar e peneirar; 2- dissolver a terra em água, bater, passar em peneira, e para obter uma tinta mais fina ainda, passar a massa molhada em uma meia de nylon (meia-calça).
• a tinta de solos pode ser feita com cola branca (de madeira) ou cola de amido (grude – polvilho azedo ou goma de tapioca), entretanto tinta feita com grude deve ser aplicada somente em interiores (secos e arejados) e a de cola branca tanto em interiores quanto em exteriores.
Preparo da tinta com cola branca (conhecida como cola de madeira)
Ingredientes:
Para fabricar aproximadamente dezoito litros de tinta com cola branca você precisará de:
• 6 a 7 kg de terra ou 2 galões (3.6 litros);
• 3 kg de cola branca;
• 12 litros de água.
Tinta de terra- Iniciativa do prof. Marcos http://educarsim1.blogspot.com.br/ e Edson Silva http://transformaaterra.blogspot.com.br/ Na escola Luiza Maria Bernardes Nory, onde unimos saberes e vontades para a conscientização de jovens.
Modo de preparo:
• Colocar 10 (dez) litros de água em uma lata e adicionar a terra;
• Utilizar uma colher de madeira ou as próprias mãos para misturar bem até atingir a consistência de uma vitamina de frutas, ou seja, desfazer toda a terra na água;
Opção: A colher de madeira pode ser substituída por um agitador manual ( cabo de vassoura pregado ou parafusado a uma madeira que será movimentado para cima e para baixo formando um turbilhão pelas laterais da madeira com a lata ou uma furadeira elétrica com um misturador adaptado;
• Diluir a cola em 1(um) litro de água em outra vasilha;
• Adicionar a cola já diluída à vitamina de terra e misturar bem. Por fim, acrescentar, aos poucos, aproximadamente 1(um) litro de água e misturar até obter a consistência de tinta. Quanto mais a tinta Cores da Terra for batida, melhor será sua consistência.
Aplicação:
• Antes de aplicar a tinta, limpe bem a superfície a ser coberta. Certifique-se de que não há mofo, umidade, vazamentos ou infiltrações que possam comprometer a pintura.
• Em superfícies com boa porosidade e resistência a primeira demão de tinta de terra funciona como um fundo preparador. A outras demãos completam o cobrimento.
• Em superfícies com pouca porosidade, muito lisas ou esfarelando, é necessário aplicar uma demão de cola diluída em água com consistência de tinta, que funciona como fundo preparador. Esperar secar e depois aplicar a tinta de terra.
• Em paredes já pintadas com cal é preciso fazer limpeza do excesso.
• A tinta de solo pode ser aplicada com rolo de espuma, de lã ou brocha, de modo similar às tintas convencionais.
• Uma lata de tinta Cores da Terra (18 litros) é suficiente para dar uma demão numa área que varia de 70 a 90m2.
Descamação
• Desgaste natural do tempo
• Uso de tinta de baixa qualidade, que oferece pouca adesão e flexibilidade.
• Diluição exagerada da tinta.
• Inadequada preparação da superfície Remova todos os fragmentos de tinta com uma raspadeira ou escova de aço e lixe a superfície
Conscientização para uma nova conduta da humanidade, reconhecendo que o espaço é temporal e coletivo e, essa coletividade é que faz com que tudo seja possível, que tudo possa existir. Indivíduos deixam pegadas com suas passagens em qualquer espaço em qualquer tempo, indivíduos surgem do milagre da construção da vida, são únicos e ao mesmo tempo, um todo. Únicos no sentido de que só o indivíduo consciente pode modificar a profundidade da sua pegada, só o indivíduo consciente é capaz de humanizar o espaço que ocupa, de fazer acontecer a vida em sua plenitude. Ao mesmo tempo, é parte de um todo, que influencia e que reflete a imagem das influencias que recebe. É parte de um conjunto natural, social e cultural, com ações programadas para fazer com que sua existência seja interligada às demais, em uma cadeia de ações que mantém a Terra viva. Como sociedade, somos uma população capaz de promover a continuidade do processo de evolução, e a única capaz de limitar e até eliminar a própria existência. Aprendemos a dominar, como diversos outros seres da natureza, mas perdemos a capacidade de medir a nossa dominação, sobre o meio, sobre as demais formas de vida e até, sobre seu próprio semelhante. A necessidade de estar incluso em um sistema cada vez mais excludente, faz com que a lógica da coletividade seja particionada em busca de espaços, de vantagens, de reconhecimento.
http://transformaaterra.blogspot.com.br/
Para a fabricação da tinta com solos você precisa ter em mãos:
• terra, água e cola;
• enxada, pá ou cavadeira, sacos ou latas para coletar a terra;
• uma lata de dezoito litros;
• um galão (3,6 litros) para medir a terra e um balde para diluir a cola;
• uma balança, se acaso desejar as medidas em peso;
• recipientes com medida em litros para dosar a quantidade de água;
• colher de madeira (ou uma furadeira com uma ponteira misturadora) para dissolver a terra
• rolo de lã ou de espuma ou brocha e pincéis para retocar;
• peneira
Dicas de preparo da terra para fazer a tinta:
• escolher terra de várias cores de sua região; preparar pequenas quantidades de tinta e pintar um pedacinho da parede para escolher a cor que te agrada; misturar as tintas para obter diferentes tons;
• coletar a quantidade necessária para a pintura e para fazer retoques futuros;
• tanto as terras argilosas quanto as arenosas podem ser usadas para fabricação de tintas;
• para o preparo da tinta, a terra tem que estar livre de sujeiras (pedras, pedaços de madeira, etc);
• a terra pode ser coletada tanto seca quanto úmida;
• para guardar a terra por muito tempo é melhor secá-la para evitar o mofo;
• terras muito arenosas destorroe e peneire a terra a ser usada;
• se você escolher um solo arenoso e quiser produzir uma tinta fina, é preciso peneirar a terra com uma das seguintes maneiras: 1- secar a terra, destorroar e peneirar; 2- dissolver a terra em água, bater, passar em peneira, e para obter uma tinta mais fina ainda, passar a massa molhada em uma meia de nylon (meia-calça).
• a tinta de solos pode ser feita com cola branca (de madeira) ou cola de amido (grude – polvilho azedo ou goma de tapioca), entretanto tinta feita com grude deve ser aplicada somente em interiores (secos e arejados) e a de cola branca tanto em interiores quanto em exteriores.
Preparo da tinta com cola branca (conhecida como cola de madeira)
Ingredientes:
Para fabricar aproximadamente dezoito litros de tinta com cola branca você precisará de:
• 6 a 7 kg de terra ou 2 galões (3.6 litros);
• 3 kg de cola branca;
• 12 litros de água.
Tinta de terra- Iniciativa do prof. Marcos http://educarsim1.blogspot.com.br/ e Edson Silva http://transformaaterra.blogspot.com.br/ Na escola Luiza Maria Bernardes Nory, onde unimos saberes e vontades para a conscientização de jovens.
Modo de preparo:
• Colocar 10 (dez) litros de água em uma lata e adicionar a terra;
• Utilizar uma colher de madeira ou as próprias mãos para misturar bem até atingir a consistência de uma vitamina de frutas, ou seja, desfazer toda a terra na água;
Opção: A colher de madeira pode ser substituída por um agitador manual ( cabo de vassoura pregado ou parafusado a uma madeira que será movimentado para cima e para baixo formando um turbilhão pelas laterais da madeira com a lata ou uma furadeira elétrica com um misturador adaptado;
• Diluir a cola em 1(um) litro de água em outra vasilha;
• Adicionar a cola já diluída à vitamina de terra e misturar bem. Por fim, acrescentar, aos poucos, aproximadamente 1(um) litro de água e misturar até obter a consistência de tinta. Quanto mais a tinta Cores da Terra for batida, melhor será sua consistência.
Aplicação:
• Antes de aplicar a tinta, limpe bem a superfície a ser coberta. Certifique-se de que não há mofo, umidade, vazamentos ou infiltrações que possam comprometer a pintura.
• Em superfícies com boa porosidade e resistência a primeira demão de tinta de terra funciona como um fundo preparador. A outras demãos completam o cobrimento.
• Em superfícies com pouca porosidade, muito lisas ou esfarelando, é necessário aplicar uma demão de cola diluída em água com consistência de tinta, que funciona como fundo preparador. Esperar secar e depois aplicar a tinta de terra.
• Em paredes já pintadas com cal é preciso fazer limpeza do excesso.
• A tinta de solo pode ser aplicada com rolo de espuma, de lã ou brocha, de modo similar às tintas convencionais.
• Uma lata de tinta Cores da Terra (18 litros) é suficiente para dar uma demão numa área que varia de 70 a 90m2.
Descamação
• Desgaste natural do tempo
• Uso de tinta de baixa qualidade, que oferece pouca adesão e flexibilidade.
• Diluição exagerada da tinta.
• Inadequada preparação da superfície Remova todos os fragmentos de tinta com uma raspadeira ou escova de aço e lixe a superfície
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
27-01 Nasce Lewis Carroll, autor do livro “Alice nos País das Maravilhas”
Charles L. Dodgson nasceu em Daresbury, no dia 27 de Janeiro de 1932.
O pai - Reverendo Charles Dodgson - era pastor protestante e deu ao filho uma educação religiosa, preparando-o para uma carreira também religiosa. No entanto, Charles Dodgson ingressou na Universidade de Oxford e, em 1855, foi convidado para aí permanecer como professor de Matemática. Leccionou em Oxford até 1881.
Apesar dos seus primeiros livros abordarem temas de Geometria e Álgebra, foi como lógico que Dodgson se destacou. O seu interesse pela lógica matemática e pelos jogos capazes de testar a razão, levou-o a publicar diversos livros sobre lógica entre os quais se destacam The Game of Logic(1887) e Symbolic Logic (1896).
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
26 de janeiro de 1654 ASSINADO ACORDO DE PAZ PARA OS HOLANDESES DEIXAREM O BRASIL
No dia 26 de janeiro de 1654 foi assinado a rendição dos holandeses, que tiveram que deixar o nordeste brasileiro. Em 1624, os holandeses, cientes da vulnerabilidade portuguesa na região, decidiram atacar Salvador, então capital da colonia. De início, o ataque deu certo, mas pouco depois depois Portugal conseguiu expulsar os invasores. Em 1630, os holandeses voltaram a atacar Brasil pelo litoral de Pernambuco. Desde vez, contudo, a invasão foi bem sucedida.
Mais tarde, a Holanda enviou o príncipe Maurício de Nassau para governar as novas terras e formar a colônia holandesa. Após quase 15 anos de dominação, um movimento para lutar pela saída dos holandeses teve início com a Insurreição Pernambucana, em 1645. O motivo da revolta foram os altos impostos cobrados pelos holandeses.
Fim da colônia
Por um decreto da coroa portuguesa em 1649, é fundada a Companhia Geral do Comércio do Brasil para apoio da insurreição em curso desde 1645 em Pernambuco. Em virtude da Primeira Guerra Anglo-Neerlandesa, a República Neerlandesa não pôde auxiliar os neerlandeses no Brasil e em 1654 a colônia é finalmente reconquistada pelos portugueses. A soberania portuguesa não foi reconhecida e em maio de 1654, após o tratado de paz com a Inglaterra ter sido assinado, a República Neerlandesa exige a devolução da colônia. Sob ameaça da frota marinha neerlandesa, Portugal cede à exigência da República Holandesa. Em 1656 eclodiu uma guerra entre a República Neerlandesa e Portugal, que resultou no bloqueio da costa oeste portuguesa em 1657 (quando a frota da prata vinda do Brasil foi conquistada) e em 1658 e na expulsão dos portugueses de Ceilão e da Índia. Em 6 de agosto de 1661 foi então, assinado um acordo de paz em Haia, a Paz de Haia. Portugal paga à República Neerlandesa o equivalente a 63 toneladas de ouro como forma de compensação pela perda da colônia. Esta quantia foi paga anualmente por Portugal em parcelas ao longo de quatro décadas e sob ameaça de invasão de Lisboa e da região Nordeste do Brasil. Ademais, Portugal cedeu o Ceilão (atual Sri Lanka) e as ilhas Molucas à República Neerlandesa e ainda concedeu privilégios sobre o comércio açucareiro ao país.
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