sábado, 30 de novembro de 2013

               Black Friday Brasil :

          "tudo pela metade do dobro"



Os usuários das redes sociais reclamam de possíveis falsos descontos durante a Black Friday no Brasil. A principal reclamação dos internautas é com relação a “maquiagem de preços”. Nas redes sociais, muitos afirmam que no evento brasileiro os produtos são vendidos
 “pela metade do dobro” do preço original.
As sociais as hashtags #blackfraude e #blackfridaybrasil fazem sucesso entre os internautas, que criaram diversos memes para ironizar a data.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

                                      Filme da Semana

                     Sangue sobre a Índia




Sinopse:
Kenneth More esbanja seu talento nesta belíssima aventura ambientada na Índia colonial. O capitão Scott (More) é enviado ao resgate de um jovem príncipe indiano de cinco anos de idade e sua tutora americana, Catherine Wyatt (Lauren Bacall, de Dogville), quando rompe uma rebelião entre os nativos. Scott e seus homens levam o príncipe e sua tutora para as montanhas de Kalapur, 300 milhas de floresta adentro, por segurança, sob o pretexto de que, enquanto o menino estiver vivo, nenhuma rebelião será considerada bem-sucedida. Porém, o último comboio partiu e a única chance do grupo de Scott escapar dessa é a temperamental locomotiva chamada Imperatriz da Índia.
  Bom filme para trabalhar o imperialismo na índia e as rivalidades entre o Hinduismo e o islamismo 

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

TEORIA DA CONSPIRAÇÃO -  ATENTADO 11 DE SETEMBRO


MAIS UMA???????????

As teorias conspiratórias mais proeminentes que circulam em comunidades online
De um modo geral, as formulações se concentram em torno de supostas "perguntas não respondidas" pelos relatórios sobre o incidente e sugerem que o governo americano pode ter planejado os ataques juntamente com o exército.



quarta-feira, 27 de novembro de 2013

            Atena Deusa Da Guerra

Atena (no grego ático: Αθηνά, transl. Athēnā ou Aθηναία, Athēnaia; ver seção Nome), também conhecida como Palas Atena (Παλλάς Αθηνά) é, na mitologia grega, a deusada, guerra, da civilização, da sabedoria, da estratégia, das artes, da justiça e da habilidade. Uma das principais divindades do panteão grego e um dos doze deuses olímpicos, Atena recebeu culto em toda a Grécia Antiga e em toda a sua área de influência, desde as colônias gregas da Ásia Menor até as da Península Ibérica e norte da África. Sua presença é atestada até nas proximidades da Índia. Por isso seu culto assumiu muitas formas, além de sua figura ter sido sincretizada com várias outras divindades das regiões em torno do Mediterrâneo, ampliando a variedade das formas de culto.
A versão mais corrente de seu mito a dá como filha paternonica de Zeus, nascendo de sua cabeça plenamente armada. Jamais se casou ou tomou amantes, mantendo uma virgindade perpétua. Era imbatível na guerra, nem mesmo Ares lhe fazia páreo. Foi padroeira de várias cidades mas se tornou mais conhecida como a protetora de Atenase de toda a Ática. Também protegeu vários heróis e outras figuras míticas, aparecendo em uma grande quantidade de episódios da mitologia.

Trabalho 6ºano  Eliseu nº7 José Enrique nº17

Cerca de 2,5 milhões  alunos fazem provas do Saresp 2013 


Nessa terça (26) e quarta-feira (27), cerca de 2,5 milhões de estudantes realizam as provas do Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp), que foram aplicadas nas mais de cinco mil escolas estaduais paulistas. 

“O Saresp é uma avaliação anual cujo objetivo é diagnosticar, para a administração, todos os resultados que estão sendo trazidos por conta das ações da gestão pedagógica”, explica o secretário da Educação, professor Herman Voorwald. “É muito importante a avaliação do sistema para que os programas possam ser avaliados, possam ser redirecionados, e para que outros programas possam ser criados, ou seja, para que efetivamente se avance na busca de uma educação de qualidade”,


terça-feira, 26 de novembro de 2013

  Para ensinar a ler

Rosaura Soligo

            Durante séculos, em alguns países, uns poucos escravos aprenderam a ler em condições extremamente adversas, às vezes arriscando a própria vida para um aprendizado que, devido às dificuldades, acabava levando vários anos.
            Hoje, às vésperas do século XXI, o Brasil é um país em que 50% das crianças de 1ª série são retidas no final do ano porque não conseguem aprender a ler.  E que o tempo médio de escolaridade no ensino fundamental é de 12 anos, quando deveria ser  de 8 anos apenas.  Inúmeros especialistas em dificuldades de aprendizagem afirmam que não mais de 2% das crianças possuem comprometimento cognitivo real, ou seja, não são capazes de aprender os conteúdos escolares como as outras.  Se a esmagadora maioria das crianças pode aprender, é preciso então considerar que há um sério comprometimento nas práticas de ensino, ou seja, a escola não está conseguindo cumprir seu mais antigo papel - ensinar a ler e  escrever.
            É preciso que, cada vez mais, sejam socializados os conhecimentos disponíveis a respeito dos processos  de aprendizagem: quanto mais os professores souberem como as crianças constróem suas aprendizagens, melhor poderão ensiná-las.  Afinal, ensinar de fato é fazer aprender.
            Há muito tempo um cem número de estudiosos têm procurado desvendar a relação entre  os olhos e o cérebro, da qual depende a compreensão no processo de leitura. Nas últimas  três décadas, especialmente o conhecimento sobre os processos  de compreensão  dos textos  escritos avançou bastante mas ainda não conseguiu  desvendar  inteiramente  a complexidade  do ato de ler.
            Já  há mais de cem anos, descobriu-se que, quando lemos, nossos olhos não deslizam linearmente sobre  o texto impresso: os olhos saltam  pela página  e esses saltos acontecem  numa velocidade  de cerca de duzentos graus por segundo, três ou quatro  vezes por segundo. Possivelmente  durante os saltos  acontece o que se poderia chamar  de adivinhações, já que nesse momento  os olhos não vêem propriamente. O tempo de fixação  dos olhos  a cada vez é cerca de 50 milésimos  de segundo e a distância entre as fixações depende  da dificuldade  oferecida  pelo material  lido. O que os olhos vêem  depende  muito do conhecimento  que se  tem sobre o que está sendo visto. Quando sabemos muito sobre o conteúdo  do texto e quando a linguagem  é fácil  podemos  ler até 200 palavras por minuto silenciosamente – a leitura  em voz alta  demora mais  pois os olhos se movimentam  mais rápido do que é possível pronunciar as palavras lidas. Algumas  das principais condições  que determinam o processo de leitura: habilidade  e estilo  pessoal do leitor, o objetivo  da leitura, o nível  de conhecimento prévio, o assunto tratado  e o nível  de complexidade oferecido pelo texto.
            Os olhos captam diferentemente, em um mesmo espaço  de tempo, uma mesma quantidade  de letras quando são apresentadas em uma seqüência  ao acaso, em forma  de palavras  ou de uma sentença . Os olhos  captam aproximadamente 5 letras  de uma seqüência  apresentada ao acaso, mas esse número  sobe  para 10 ou 12 quando  se trata de palavras  conhecidas  e não relacionadas  e 25 (mais ou menos cinco palavras) quando se trata  de uma sentença  significativa.  Quanto mais os olhos  puderem  se apoiar  no significado, ou seja, naquilo que faz sentido para quem vê, maior eficácia da leitura.
            O psicolingüista Frank Smith relativiza o poder da visão  ao afirmar que “Sempre damos demasiado crédito aos olhos por enxergarem. Freqüentemente  seu papel  na leitura é supervalorizado. Os olhos não vêem absolutamente em um sentido literal. O cérebro determina o que e como vemos. As decisões perceptivas  do cérebro estão baseadas apenas  em parte  na informação  colhida pelos olhos, imensamente aumentadas pelo conhecimento que o cérebro já possui”. Em outras palavras poderíamos  dizer que a gente vê o que a gente sabe.
            Assim, é preciso considerar que há dois fatores que determinam a leitura: o texto impresso que é visto pelos olhos  e aquilo que está “por trás” dos olhos: o conhecimento  prévio  que o leitor  possui. Uma criança ainda não alfabetizada pode ser extremamente  informada  sobre o assunto tratado pelo texto que tem diante de si  e sobre os diferentes aspectos  da linguagem e, mesmo assim, ser ainda incapaz  de ler porque não dispõe dos recursos  de decodificação  necessárias à leitura. Ela tem  muito conhecimento  prévio mas não é ainda capaz  de desvendar a informação captada por seus  olhos. Mas  o contrário também ocorre: o leitor  domina perfeitamente  a língua mas, por falta  de familiaridade com o assunto tratado, acaba não conseguindo compreender o texto  que tem diante dos olhos.




[1] Texto produzido para publicação nos cadernos da TV Escola 1999.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Conheça a história de Everton(conhecido como Bola), morador de Penápolis, interior de São Paulo, um jovem de 28 anos, simples, humilde, deficiente físico que se arrasta para se locomover e mesmo assim não perde o sorriso estampado em seu rosto, não múrmura ou reclama de sua vida, e que SONHA como qualquer ser humano, porém seu sonho é poder se locomover com DIGNIDADE. E foi assim que meu pai Carlos Roberto Malaquias conheceu a história e se engajou nessa CAMPANHA, para conseguirmos realizar o SONHO do Everton(Bola) que é ter uma cadeira motorizada que suporte o seu peso. 

Vamos ajudá-lo, colaborando de qualquer forma, fazendo esse vídeo chegar ao máximo de pessoas, só assim conseguiremos sensibilizar autoridades, empresários, todos aqueles que possam ajudá-lo de forma mais breve possível, pois o SONHO não pode se perder.

Se você quer contribuir com qualquer tipo de ajuda, você pode entrar em contato com Carlos Roberto Malaquias, telefone (18) 8124-0280, e-mail crmalaquias@yahoo.com.br. Qualquer ajuda é bem-vinda.


NOVO ENDEREÇO DO EVERTON
Rua Seis, número 272 - Jardim Pevi - Penápolis/SP.
canal postado  o video http://www.youtube.com/user/vcviu?feature=watch